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Cuidados com o consumo de sódio na alimentação infantil

>> sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Saiba qual é a quantidade desta substância que as crianças e bebês podem ingerir e como evitar o excesso.


 Você sabe qual é a quantidade de sal que sua família consome diariamente? Se não faz a mínima ideia, fique atento. Afinal, são inúmeros os estudos, nacionais e internacionais, que demonstram que adultos e crianças consomem, rotineiramente, sal em excesso. Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF 2008-2009), crianças de 10 a 13 anos de idade, consomem, em média, 2,8 gramas de sódio por dia, ou seja, acima da recomendação de 1,5 gramas de sódio por dia (o que equivale a 3/4 de colher de chá de sal por dia) e pior, acima da ingestão máxima de 2 gramas/dia recomendada pela Organização Mundial da Saúde.
Para as crianças de 4 a 8 anos de idade, recomenda-se 1/2 colher de chá de sal por dia (1,2g de sódio/dia) e para crianças de 1 a 3 anos, a recomendação é de 1 colher de café de sal por dia (1g de sódio/dia). Entre 7 meses e 1 ano, o consumo diário de sal deve ser menor que 500 mg de sódio, que são facilmente atingidas através dos alimentos sem acrescentar sal na preparação das papinhas.
Ingerir sal em excesso, favorece a retenção de líquido pelo organismo e aumenta o volume de sangue, que por sua vez, elevam a pressão arterial. Também aumenta o risco de doenças cardiovasculares e acidente vascular cerebral (AVC). O excesso de sódio tem potencial efeito adverso no colesterol sanguíneo, na função renal e nos ossos.
A seguir, algumas estratégias para você manter o consumo de sal de seu filho sob controle:


1- Nas primeiras sopas e papinhas, você não precisa colocar sal, porque o paladar do bebê é melhor para os alimentos adocicados, como cenoura, beterraba e mandioquinha. Na papinha de legumes natural, se quiser, use caldo de carne ou de frango caseiro, e não há necessidade de adicionar mais sal. Saiba que caldos industrializados (em pó, cubo ou lata) têm quantidades exageradas de sal e não devem ser utilizados. 


2- Desconfie da quantidade de sal se, após a refeição, o seu filho reclamar de sede, mesmo depois de beber água.


3- Elimine o sal de mesa. Isso evita que os parentes que fazem as refeições a mesa com seu filho diminuam ou eliminem o hábito de adicionar sal no alimento já preparado. Lembre-se que a criança forma os hábitos alimentares através da observação do comportamento familiar.
4- Experimente temperos naturais como: alho, cebola, orégano, cheiro verde, manjericão, louro, alecrim e muitas outras. As ervas frescas e secas conferem sabor especial aos pratos e muitas vezes o sal pode ser eliminado da preparação.


5- Compre esporadicamente alimentos industrializados. Isso vale tanto para o salgadinho de pacote quanto para a sopa pronta, temperos concentrados, enlatados, macarrão instantâneo, embutidos, sucos de caixinha, refrigerantes, congelados e muitos outros. Além do alto teor de sódio, eles geralmente também são ricos em açúcares, gordura saturada e gordura trans.


Isabel Jereissati NUTRICIONISTA - CRN 3100960/RJ


Pesquisa tirada do Site Minha Vida

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Calistenia utiliza o próprio corpo como peso

>> sábado, 27 de setembro de 2014

Exercício não entra em conflito com treinos da academia e exige cuidados ao praticar!

Há muitos anos, antes do caos de locomoção e da falta de espaço livre nas grandes cidades, as academias que existiam eram quase sempre especializadas em uma atividade esportiva, na maioria das vezes lutas como o judô e o boxe. Mesmo o uso de aparelhos e halteres se destinavam àqueles que tinham na prática do halterofilismo o objetivo.
Diante desse fato, do custo dessas academias e das preferências - nem sempre de acordo com o gosto dos candidatos interessados - e pela facilidade de espaços ao ar livre e casas mais espaçosas para práticas físicas e esportivas, surgiam os exercícios calestênicos como preparação física e para a beleza estética que eles conferem.
Calistenia nada mais é do que usar seu próprio corpo como o peso a ser vencido. São os exercícios de levantamento do corpo em barras ou flexões de braço no solo, algumas vezes até utilizados como castigo em treinamentos militares, por exemplo.
Naquela época, as mulheres eram predominantemente donas de casa e seria inaceitável sua exposição em locais onde o domínio era masculino. Então, calistenia se confunde com uma prática pensada e destinada a elas, por ser considerada leve, destinada a beleza e não aos esportes e executada em casa.
Mas, será que a calistenia tem espaço nos nossos dias? Em minha opinião sim. E não exclui ou entra em conflito com as academias para exercícios. Apenas acrescenta e completa nos dias e nas épocas em que a ida a elas fica impedida pelos mais diversos motivos que ouvimos nos consultórios. A principal desculpa para interromper ou mesmo diminuir a frequência semanal considerada ideal é a falta de tempo para se deslocar até a academia.
Se você é um deles e optar por compensar a falta na academia pelos exercícios calestênicos em casa, procure manter sequência semelhante à da academia, os mesmos grandes grupos musculares trabalhados, a mesma intensidade, ou seja, a mesma quantidade de peso, e a mesma duração, que para a musculação é o número de repetições e séries.
Alguns cuidados adicionais deverão ser tomados: procure se concentrar ao máximo para executar o movimento corretamente, sem que isso cause sobrecargas desnecessárias aos músculos e às articulações envolvidas.
Por exemplo, as flexões de braço que simulam exercícios peitorais e membros superiores: se a carga com apoio das mãos no chão for excessiva para seus músculos, faça uma execução mais lenta concentrando-se no movimento, diminuindo o número de repetições para que no total a multiplicação da intensidade, peso, duração e tempo de execução, seja o desejado e evite erros no movimento.
Se você, por algum motivo, não consegue frequentar a academia e pretende se exercitar sozinho, procure um médico, de preferência do esporte, para saber se isso é possível e se a sua saúde permite, e um educador físico que faça o programa com aquilo que você tem ao seu dispor. É a maneira mais segura de se exercitar pela calistenia.
A sua prática independente deve ser repetida 3 vezes por semana, com um dia de intervalo entre as sessões e não deve provocar dor em qualquer situação. Se isto ocorrer interrompa e procure seu médico.
As doenças que acompanham a calistenia são as mesmas de quem faz exercícios de maneira incorreta, independente e onde ou do tipo. São as tendinites, bursites, rupturas musculares, entre outras.
Como exemplo, cito um paciente que procurou meu consultório com fratura por stress nos braços (os dois!), praticando exercícios em barra, em casa, pensando no verão que se aproximava. Foi conseqüência a uma soma de erro de treinamento com repouso inadequado entre as sessões.
A calistenia não prevê exercícios aeróbios na sua execução, mas eles devem fazer parte do seu treinamento, em bicicleta ou caminhada/corrida por serem fundamentais e indispensável para todos os programas de exercícios.
Sabemos que o exercício é componente fundamental para uma boa saúde e que sempre devemos manter ativo. A calistenia é uma alternativa que, por mais simples que seja, deve respeitar as rotinas estabelecidas para um treinamento eficiente e seguro, independente de qual seja.

Pesquisa tirada do Site Minha Vida

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Siga sete dicas dos treinadores para largar o sedentarismo

>> quarta-feira, 23 de abril de 2014

Dois estudos descobriram que está sendo chamado de paradoxo da obesidade. Esse conceito afirma que, em certos casos, os quilos além da conta não indicam perigo à saúde e podem até ser protetores do nosso organismo.

A primeira pesquisa foi feita pela Universidade de Granada, na Espanha, e foi publicada no European Heart Journal. O estudo analisou dados de 43 mil americanos, divididos em grupos conforme os níveis de obesidade, colesterol, pressão arterial e condicionamento físico. Após acompanhar os participantes durante 14 anos, os médicos perceberam que as pessoas com obesidade, porém consideradas saudáveis após os exames, tiveram um risco 38% menor do que as não saudáveis de morrer por qualquer causa. A redução de morte por doenças cardiovasculares ou câncer foi de 30% a 50%. O desempenho desses participantes que estavam acima do peso, mas que mantinham bons hábitos foi, ao longo do tempo, similar ao dos magros saudáveis.

Outro trabalho, publicado na mesma edição da revista, analisou durante quatro anos a mortalidade de 64 mil suecos com problemas cardíacos (como angina e infarto) submetidos a um exame de imagem para determinar a saúde de suas artérias coronárias. Os pacientes foram subdivididos de acordo com seu IMC. Os resultados mostraram um gráfico em forma de "U": aqueles que estavam muito magros ou com obesidade mórbida corriam mais risco de morrer do que pacientes intermediários, com sobrepeso ou obesidade moderada.

Os cientistas americanos acreditam que o melhor condicionamento físico das pessoas saudáveis com obesidade foi responsável pelo menor risco de morte observado nesse grupo em relação ao grupo dos não saudáveis. Eles afirmam que o exercício tem ação anticoagulante, ajuda a dilatação dos vasos e melhora a resistência à insulina, tendo um efeito contrário ao da obesidade, sendo portanto melhor ser uma pessoa acima do peso que se exercita do que um magro sedentário.

Siga este plano para começar a praticar exercícios
Segundo a Federação Mundial de Cardiologia, pessoas que não praticam atividades físicas têm um risco duas vezes maior de sofrer doenças do coração, ter pressão alta e desenvolver diabetes quando comparadas a quem pratica exercícios físicos regularmente, independente fato de a pessoas estar ou não acima do peso. Então, que tal abandonar a preguiça e ganhar mais saúde seguindo este plano que preparamos para você?

Faça uma avaliação médica

A avaliação médica não é apenas um pré-requisito para que aluno e professor trabalhem em segurança, mas a melhor maneira de descobrir os limites do seu corpo e o exercício ideal para vencê-los. "Também é fundamental realizar uma avaliação física. Por meio dela é possível determinar a porcentagem de gordura corporal do indivíduo e ter uma ideia de seu alongamento e da sua resistência", afirma o personal trainer Ricardo Custódio, da Companhia Atlethica do Estádio do Morumbi, em São Paulo.

Reabitue seu corpo aos exercícios

"A principal meta de quem começa a treinar após ter ficado muito tempo parado deve ser reabituar o corpo à prática regular de exercícios", explica Adriano. Segundo o personal trainer, emagrecer ou ganhar tônus muscular devem ser objetivos secundários nesse retorno. Isso porque o retorno ao treino, na maioria das situações, traz os mesmos desafios de uma primeira experiência com exercícios

"O aluno terá que começar do zero, mesmo tendo sido atleta regular no passado. Não respeitar essa progressão pode sobrecarregar os músculos e articulações, ocasionando lesões", diz o especialista. A diferença entre uma pessoa que já treinou e outra, que nunca se mexeu, é o tempo de resposta aos movimentos: quem já fez exercícios tende a recuperar o condicionamento mais rapidamente.

Comece por atividades de baixo impacto

Voltar a treinar e já partir para atividades de grande impacto aumenta e muito o risco de lesões. Decidir correr logo no primeiro dia de treino, por exemplo, poderá sobrecarregar os músculos e articulações dos membros inferiores, afirma o médico do esporte Ricardo Nahas, do Centro de Referência em Medicina do Exercício e do Esporte do Hospital 9 de Julho. Ele explica que, em uma caminhada, cerca de 20% do peso corporal fica concentrado nas articulações e essa porcentagem dobra numa corrida. "Por isso, é essencial realizar a readaptação muscular, articular e cardíaca", diz o médico.

Escolha um exercício que te dá prazer

Exercícios físicos não se resumem a musculação e esteira. Por isso, se a academia não te atrai, busque fazer outras atividades, como esportes coletivos, ginástica ou circuito. "Treinar por prazer mantém o aluno motivado e reduz o risco de abandonar o programa", afirma Ricardo Custódio. O exercício perfeito, de acordo com o personal, é aquele que consegue equilibrar as necessidades do seu corpo com as suas preferências.

Respeite seus limites

O condicionamento físico não aparece do dia para a noite. "Pegar muito peso de uma vez ou caminhar uma distância muito longa só vai causar dores nos músculos e nas articulações", afirma o personal Adriano Braga. Estar disposto a melhorar sempre é fundamental, mas isso deve ser feito de maneira segura. "Do contrário, há risco de uma lesão mais séria e você é obrigado a ficar sem treinar justo quando estava mais engajado".

Aumente a intensidade aos poucos

O aumento da dificuldade do treino faz parte do programa - além de tornar a atividade mais interessante, o desafio ajuda seu corpo a ganhar condicionamento. "Isso pode significar aumento da carga, aumento da velocidade, redução do intervalo entre um exercício e outro ou aumento do número de repetições", afirma o personal Adriano Braga. Seguir um plano para aumentar a intensidade significa abandonar o sedentarismo de maneira gradual e saudável.

Faça alongamento e aquecimento

"Aquecer é aumentar a temperatura corporal, o que eleva a frequência cardíaca e prepara o corpo para a prática de exercícios", afirma o médico do esporte Ricardo. O alongamento, por sua vez, pode ajudar a prevenir lesões - esse tipo de movimento estimula a liberação do líquido sinovial, que lubrifica as articulações. "Esses minutinhos de preparação são valiosos porque informam o organismo sobre o que deve ser priorizado no momento, deixando atividades, como a digestão, em segundo plano".

Pesquisa tirada do Site Minha Vida

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Exercício vigoroso pode reduzir risco de gripe, diz estudo:

>> quinta-feira, 27 de março de 2014

Um relatório do Reino Unido sugere que exercícios vigorosos podem ajudar a reduzir o risco de pegar a gripe. A pesquisa não encontra essa ligação com o exercício moderado. No entanto, os autores salientam que os resultados são preliminares e devem ser tratados com cautela.

As descobertas partiram do projeto UK Flusurvey, um sistema online para medir as tendências da gripe no Reino Unido, no qual mais de 4.800 pessoas participaram até agora em 2014. A pesquisa online, que está agora em seu quinto ano, é executada pela London School of Hygiene & Tropical Medicine. Os resultados foram publicados dia 17 de março em uma nota no site da UK Flusurvey.

Os resultados da pesquisa sugerem que fazer exercícios vigorosos por pelo menos 2,5 horas por semana pode reduzir a chance de experimentar sintomas de gripe em cerca de 10%.

Os autores observaram que, com base nos dados analisados a partir da amostragem, 100 casos de gripe a cada mil pessoas poderiam ser evitados com exercício vigoroso. Não foram encontradas diferenças nas taxas de síndrome gripal com base na quantidade de exercício moderado relatado.

Especialistas em saúde vigorosa definiram a intensidade do exercício aeróbio como exercício que aumenta a sua taxa de pulso, faz você suar e também faz você respirar forte e rápido, ao ponto em que você não pode dizer mais do que algumas palavras sem parar para respirar. Corrida ou bicicleta rápida são bons exemplos.

A intensidade moderada do exercício aeróbio aumenta a sua taxa de pulso e faz você suar, mas você não está trabalhando tão duro a ponto de não conseguir falar ou cantar ao mesmo tempo. Corrida suave e caminhada rápida são bons exemplos.

Lançado em 2009, no meio da epidemia de gripe suína, a pesquisa UK Flusurvey está agora em seu quinto ano. Ao contrário dos sistemas de vigilância tradicionais que coletam dados via consultórios médicos e hospitais, este coleta dados diretamente do público, que se inscreve online. A ideia é incluir pessoas que não visitam o médico - e que por isso não constam os sistemas tradicionais de monitoramento da gripe.

Todos os anos, mais perguntas são adicionadas para tentar acompanhar o máximo de informação possível sobre hábitos que previnem a gripe. Uma vez inscritos, os participantes são convidados a preencher um questionário de perfil fazendo perguntas gerais sobre si e os fatores de risco da gripe (incluindo idade, estado vacinal e dimensão do agregado familiar). Uma das perguntas abrange o quanto e que tipo de exercício que eles fazem. Então, a cada semana, os participantes relatam quaisquer sintomas de gripe desde a última vez que visitou o site.

Invista nos alimentos e hábitos que previnem a gripe
Segundo dados do Ministério da Saúde, pelo menos 2 mil pessoas morrem ao ano em consequência da gripe sazonal, que é a gripe comum. Por isso é muito importante tomar certos cuidados, incluindo tomar a vacina e ficar atento em fortalecer nosso sistema imunológico. Conheça aqui alguns hábitos e alimentos que podem fortalecer sua imunidade e manter a gripe bem longe de você.

Doses de vitamina A: essa vitamina é formada a partir de substâncias conhecidas como carotenoides, cujas funções principais são: manutenção do equilíbrio da pele, nutrição do globo ocular e fortalecimento do sistema imunológico. Capriche no consumo desse grupo.

"Os alimentos ricos nesse nutriente são os vegetais e frutas que apresentam cores vivas e fortes, tais como: abóbora, abacate, acelga, brócolis, alfafa, caju, cenoura, espinafre, escarola, mamão, manga e fígado", explica a nutricionista Elisa Goulart, do Laboratório Sabin.

Consuma mais flavonoides: tratam-se de substâncias que possuem ação antioxidante e anti-inflamatória, auxiliando na recuperação dos pacientes em estados gripais. Eles são encontrados em alguns vegetais e frutas secas, no chá verde, no vinho tinto, sucos de uva e laranja, cebola, tomate e até no chocolate, preferencialmente no tipo amargo.

Poderosa vitamina C: os estudos mais recentes apontam que a Vitamina C não cura a gripe, mas é um santo remédio para prevenir e ainda ajuda a amenizar os sintomas clássicos. "Depois do vírus já instalado e em processo de replicação no organismo, a vitamina dificilmente auxiliará como elemento curativo", diz a nutricionista Elisa Goulart. A vitamina C também possui atividade antioxidante. Os alimentos mais ricos nesse nutriente são: Acerola, Caju, limão e laranja, nessa ordem.

Defenda-se com o zinco: o principal papel do zinco no organismo é fortalecer o sistema imunológico. "O zinco é importante tanto para a síntese de células imunológicas como em sua ação de defesa contra vírus, bactérias e fungos", diz a nutricionista Natália Lauterbach, da rede Mundo Verde. Um estudo feito com mais de mil pessoas no Instituto de Pós-Graduação em Educação Médica e Pesquisa de Chandigarh, na Índia, afirma que a administração de zinco até um dia depois do início dos sintomas do resfriado acelera a recuperação dos pacientes, e que o mineral também é capaz de encobrir os vírus do resfriado e impedi-los de entrar no organismo por meio da mucosa do nariz. São fontes de Zinco: ostras, oleaginosas, como nozes e castanhas, semente de abóbora, todos os tipos de carne e alimentos integrais.

Evite o Jejum: passar muitas horas sem se alimentar é prejudicial ao organismo em qualquer situação, e não somente durante um episódio de gripe. "Isso porque o organismo passa a trabalhar em estado de alerta, priorizando a manutenção das funções vitais; e, com isso, o combate a infecção torna-se secundário e ineficiente", alerta a nutricionista do Laboratório Sabin.

Tome água: uma boa hidratação pode prevenir a ocorrência de infecções. O otorrinolaringologista Fernando Pochini, do Hospital São Luis, explica que deve-se ingerir cerca de dois litros de água por dia para permitir uma boa hidratação das mucosas. "O uso de soro fisiológico insuflado ou inalado também melhora a drenagem da secreção, dos micro-organismos e das impurezas do nariz ao estômago", afirma.

Lave as mãos: nossas mãos estão sempre propensas a entrar em contato com o vírus da gripe e outros diversos agentes alergênicos. Por isso devemos sempre lavá-las antes de manusear alimentos, levá-las a boca ou aos olhos e sempre que chegar em casa ou no trabalho, depois de dirigir ou usar transporte público.

Fuja dos vícios: o infectologista Alexandre Naime explica que vícios como o cigarro e bebidas alcoólicas em excesso não só derrubam nossa imunidade, aumentando as chances de contrairmos doenças como a gripe, como também prejudica vários outros sistemas do nosso corpo.

Refeições equilibradas: uma alimentação fracionada, com 5 a 6 refeições ao dia e a presença de todos os grupos alimentares, não só protege o sistema imunológico contra gripes e outras infecções, como também auxilia na manutenção do peso ideal e na qualidade de vida em geral.

Respirar com o nariz: pode parecer uma recomendação estranha, porém o médico Fernando Pochini afirma que muitas pessoas respiram pela boca, ficando mais expostas a doenças como a gripe. "O nariz apresenta uma capacidade maior de umidificar e aquecer o ar, permitindo que a temperatura e a umidade do ar nos pulmões sejam quase constantes, evitando um maior risco de infecções", diz o especialista.

Evite mudanças bruscas de temperatura: o frio pode desencadear uma resposta na mucosa, que por meio de estímulos nos receptores nervosos de temperatura ou pela liberação de substâncias alergênicas, como a histamina, poderia provocar espirros, hipersecreção mucosa e prurido nasal.

Evite o excesso de bebidas e alimentos gelados: aqui a lógica é a mesma das mudanças bruscas de temperatura. Quando ingerimos alguma bebida ou alimento muito gelado, nossa mucosa reage para manter a temperatura estável, podendo liberar alergênicas.

Evite aglomerações em ambientes ou salas fechadas: dessa forma você diminui as chances de inalar micro-organismos indesejados, principalmente se estiver com a imunidade baixa. "O contato com um número grande de micro-organismos exigirá uma resposta imunológica maior da mucosa para impedir que eles penetrem e sejam combatidos", explica Fernando Pochini.

Pesquisa tirada do Site Minha Vida

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Corpo já sente prejuízos após 10 dias sem treino

>> quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014


No assunto de hoje vamos abordar algumas preocupações que todos devem ter após retomar os treinos. Isso pode acontecer após um período de férias, doente, lesionado, viagens, muito trabalho, final do ano e até mesmo o fato de ter saído da academia. Na terminologia do mundo dos esportes e do treinamento físico esse período parado é chamado de "destreinamento".

Melhoramos nossas condições físicas porque nosso corpo é uma máquina muito inteligente e trabalha com uma evolução através de estimulo, inflamação e adaptação. Em um treino convencional na academia, em casa, no parque ou com um personal trainer normalmente trabalhamos, dentre outras capacidades físicas, a força muscular, flexibilidade e aptidão cardiorespiratória. Ao realizar um exercício (estímulo) estamos na verdade provocando essa capacidade física e obrigando ela a sair da sua zona de conforto (homeostase). Ao fazer isso, vamos praticamente causar um prejuízo (inflamação) para essa capacidade e após esse quadro nosso organismo vai se recuperar, mas irá trabalhar para reforçar sua proteção (adaptação) para que em um novo estímulo sofra menos.
Olhando dessa forma tudo é muito lindo. Em qualquer outra situação da vida, o que você conquista é seu, mas com a atividade física é diferente. Ela é ingrata porque assim que você para de realizá-la vai começar a perder os benefícios que a mesma te trouxe e a tendência é ir voltando para o estado inicial.
Quanto mais tempo ficar parado maior será o prejuízo de tudo que conquistou até chegar ao ponto de partida anterior ou até mesmo piorar além dele. Os prejuízos vão depender de alguns fatores como o tempo que já estava treinando, histórico e estilo de vida associado à atividade física, realização de atividades complementares, individualidade fisiológica, frequência e intensidade de treino e qual era a atividade praticada.
No geral alguns estudos relacionados a esse tema apontam reduções significativas nessas capacidades a partir de 10 dias sem treinar para pessoas que iniciaram e realizaram por 90 dias um programa de atividade física orientado com a frequência de três vezes por semana. As pesquisas observaram as seguintes alterações após o período sem atividade física:
  • Sistema cardiorrespiratório: redução de até 10% do que foi conquistado após 10 dias parado
  • Força muscular: redução de até 15% do que foi conquistado após 10 dias parado
  • Redução da massa muscular: de até 66% do que foi conquistado em 10 dias parado
  • Flexibilidade: Redução de até 100% do que foi conquistado após 10 dias parado.
Levando tudo isso em consideração fique atento com a sua volta aos treinos e faça pequenos ajustes diminuindo um pouco suas intensidades para evitar riscos. Tenha a certeza que o retorno ao ponto antes da interrupção será muito mais rápido do que quando iniciou, pois já entra em cena a "memória muscular", mas esse é um tema para o próximo artigo.
 
Pesquisa tirada do Site Minha Vida

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Carne de porco pode apresentar calorias e colesterol em baixas quantidades

>> quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Compare as carnes suínas com as peças de boi e de frango e faça escolhas mais saudáveis

Por Nathalie Ayres



A carne de porco já foi tão vilanizada, que até na Bíblia seu consumo era proibido, pelo menos no Antigo Testamento. Apesar de no texto sagrado as alegações serem místicas, o real motivo era a quantidade de doenças que esse alimento poderia passar. Por sorte, isso hoje é passado. "A carne de porco hoje passa por rigorosos processos de produção e higiene. Com o cruzamento genético, associado a esse controle sanitário, ela voltou a ter seu lugar de destaque no grupo das proteínas", explica a nutricionista Nicole Trevisan, da ADJ Diabetes Brasil.

Isso foi aliado à nova alimentação dos suínos, que mudou para melhor. "Eles anteriormente eram alimentados com restos de comida, e agora recebem ração equilibrada, com quantidades adequadas de macronutrientes, e em certas marcas até há a presença de antioxidantes e sequestradores de toxinas", explica Israel Adolfo, nutricionista do esporte de São Paulo. Mas para garantir tudo isso, é preciso verificar sempre a procedência do alimento, inclusive o carimbo da vigilância sanitária.

A carne suína hoje é uma boa opção de carne vermelha. Apesar da cor clara, ela entra nessa categoria por causa da concentração de hemoglobina, que mesmo sendo menor do que no tipo bovino, ainda é considerada alta. Pena que o estigma de inimiga da saúde ainda continue... Religiosos ou não, muitos ainda acreditam que a carne suína é rica em gorduras e colesterol, características que agora fazem parte do passado desse alimento - desde que você saiba escolher os cortes mais saudáveis e capriche no modo de preparo. O lombo de porco, por exemplo, apresenta menos quantidade de colesterol que o filé de frango. Se você ainda não está convencido, comparamos essa iguaria com as carnes de boi e frango, para que ela possa finalmente ser absolvida na inquisição da cozinha. Confira!

Ótima fonte de proteínas

Nesse primeiro quesito, a carne de porco é campeã, mas principalmente pela qualidade. "Estudos mostram que a carne suína possui maior conteúdo de aminoácidos essenciais (aqueles que nosso corpo não produz), como por exemplo, leucina, lisina e valina. Estes aminoácidos podem auxiliar o organismo na manutenção do sistema imunológico", explica Karina Valentim, nutricionista da PB Consultoria em Nutrição. Porém, quando o assunto é quantidade, o lombo assado perde apenas para o peito de frango assado, enquanto o primeiro tem 28 gramas a cada 100 g de carne, o segundo apresenta 31 g para a mesma quantidade. Já a alcatra, nessa categoria, apresenta o valor 27 gramas, apenas um pouco a menos.

Porco também pode ter cortes magros

É claro que em todos os tópicos, tudo depende do tipo de corte. E alguns tipos de carne suína são bem pouco calóricos, por incrível que pareça para muita gente. Vamos aos números: a bisteca suína apresenta 164 kcal a cada 100 gramas do alimento. Já o corte bovino mais magro é o contrafilé sem gordura, que apresenta 131 kcal na mesma quantidade. Porém, a alcatra já tem muito mais energia: 234 kcal. O frango, no entanto, ganha de todas, o peito sem pele é a carne menos calórica de todas, com 119 kcal a cada 100 gramas. Vale ressaltar que esses valores calóricos não consideram o modo de preparo do alimento, portanto a melhor forma de garantir que o corte suíno fique mais saudável à mesa são as preparações assadas, grelhadas e cozidas. Evite as versões fritas, que aumentam o valor calórico da carne. Quando é feita com óleo, por exemplo, a bisteca de porco soma 311 kcal, um aumento considerável. E nem todos os cortes do porco são liberados. O toucinho, por exemplo, contém 593 kcal a cada 100 gramas.

Colesterol: evite os cortes mais gordos

De acordo com a nutricionista Karina Valentim, alguns cortes de carne de porco lideram o ranking quando o assunto é menos colesterol. O lombo suíno está empatado com o filé-mignon bovino, ambos apresentam 55 mg de colesterol a cada 100 gramas de carne. Logo em seguida vem o filé de frango sem pele, com 59 mg, assim como o contrafilé sem gordura. "Porém, o teor de colesterol da costela suína e do toucinho é maior que todos os cortes de carne bovina, sendo assim, estes cortes não seriam indicados para o consumo cotidiano", alerta a especialista. Já no quesito gorduras, a carne de frango é que as possui em menor quantidade.

Composição nutricional

No caso de nutrientes como vitaminas e minerais, o porco também apresenta mais vantagens. "A carne suína possui maior teor de vitamina B1 (tiamina), vitamina B3 (niacina) e vitamina B8 (biotina) comparada à carne bovina", aponta a nutricionista Karina. Por outro lado, a carne bovina tem teores maiores de vitamina B12, aquela que só encontramos em fontes animais, e o frango é rico em vitamina B5. Na questão mineral, a carne de boi tem mais zinco, ferro e potássio, seguida pela carne de porco e só depois a de frango.

Maciez e preparo

Não importa o tipo da carne, todas elas devem ser feitas preferencialmente cozidas, assadas ou grelhadas. Porém, o nutricionista Israel Adolfo considera a suína a carne de preparação mais difícil. "A carne que precisa de melhor cozimento é a de porco, por isto considero a de preparo mais complicado", explica o especialista. Já a maciez varia não só entre os cortes, mas também de animal para animal, mesmo que sejam da mesma espécie. Karina ensina um truque para qualquer uma delas: "para deixar o grelhado mais suculento recomenda-se que não aperte a carne na panela, deixe selar de um lado, vire e deixe selar do outro, para que a carne não perca seu suco interior e fique macia".

Ingestão em excesso

As proteínas quando consumidas em quantidades muito grandes podem trazem problemas ao organismo, de acordo com Nicole Trevisan. Mas entre os três tipos de carne, a mais perigosa acaba sendo a proveniente do boi. "Estudos mostram que as carnes bovinas possuem maior teor de gordura intrínseca quando comparada a outras carnes. O consumo desta gordura está associado a um maior risco de doenças cardíacas", explica Karine Valentim. Mas ela mesma alerta que no lugar de cortá-la de vez do cardápio, o ideal é limpar bem as peças e tirar toda a gordura antes do preparo.

Consumo recomendado

Para Israel Adolfo, é muito importante consumir carne, já que ela será fonte de proteínas de alta qualidade e vitaminas como a B12. Mas o consumo deve ser distribuído ao longo da semana. "As carnes bovinas e suínas, por apresentarem um teor de gordura maior, devem ser consumidas no máximo de 3 vezes na semana. Nos outros dias é importante que se faça um rodízio, alternando o consumo de peixes, frangos e ovos, como fonte proteica", ensina a nutricionista Karina.

Pesquisa tirada do Site Minha Vida

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>> segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Academia Lucinéa Arte e Dança

Estamos trabalhando a cada dia para nos tornar o maior blog de saúde e bem-estar do estado de São Paulo. Cuide da sua saúde sempre e melhore com nossas dicas!
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Muitas novidades para vocês alunos e apaixonados pela musculação!

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Corpo já sente prejuízos após 10 dias sem treino

O período sem exercícios prejudica o sistema cardiorrespiratório, a força e reduz a massa muscular e a flexibilidade


No assunto de hoje vamos abordar algumas preocupações que todos devem ter após retomar os treinos. Isso pode acontecer após um período de férias, doente, lesionado, viagens, muito trabalho, final do ano e até mesmo o fato de ter saído da academia. Na terminologia do mundo dos esportes e do treinamento físico esse período parado é chamado de "destreinamento".

Melhoramos nossas condições físicas porque nosso corpo é uma máquina muito inteligente e trabalha com uma evolução através de estimulo, inflamação e adaptação. Em um treino convencional na academia, em casa, no parque ou com um personal trainer normalmente trabalhamos, dentre outras capacidades físicas, a força muscular, flexibilidade e aptidão cardiorespiratória. Ao realizar um exercício (estímulo) estamos na verdade provocando essa capacidade física e obrigando ela a sair da sua zona de conforto (homeostase). Ao fazer isso, vamos praticamente causar um prejuízo (inflamação) para essa capacidade e após esse quadro nosso organismo vai se recuperar, mas irá trabalhar para reforçar sua proteção (adaptação) para que em um novo estímulo sofra menos.
Olhando dessa forma tudo é muito lindo. Em qualquer outra situação da vida, o que você conquista é seu, mas com a atividade física é diferente. Ela é ingrata porque assim que você para de realizá-la vai começar a perder os benefícios que a mesma te trouxe e a tendência é ir voltando para o estado inicial.
Quanto mais tempo ficar parado maior será o prejuízo de tudo que conquistou até chegar ao ponto de partida anterior ou até mesmo piorar além dele. Os prejuízos vão depender de alguns fatores como o tempo que já estava treinando, histórico e estilo de vida associado à atividade física, realização de atividades complementares, individualidade fisiológica, frequência e intensidade de treino e qual era a atividade praticada.
No geral alguns estudos relacionados a esse tema apontam reduções significativas nessas capacidades a partir de 10 dias sem treinar para pessoas que iniciaram e realizaram por 90 dias um programa de atividade física orientado com a frequência de três vezes por semana. As pesquisas observaram as seguintes alterações após o período sem atividade física:
  • Sistema cardiorrespiratório: redução de até 10% do que foi conquistado após 10 dias parado
  • Força muscular: redução de até 15% do que foi conquistado após 10 dias parado
  • Redução da massa muscular: de até 66% do que foi conquistado em 10 dias parado
  • Flexibilidade: Redução de até 100% do que foi conquistado após 10 dias parado.
Levando tudo isso em consideração fique atento com a sua volta aos treinos e faça pequenos ajustes diminuindo um pouco suas intensidades para evitar riscos. Tenha a certeza que o retorno ao ponto antes da interrupção será muito mais rápido do que quando iniciou, pois já entra em cena a "memória muscular", mas esse é um tema para o próximo artigo.
Pesquisa tirada do Site Minha Vida

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Congele os alimentos do jeito certo e não perca os nutrientes

O congelamento pode preservar mais vitaminas, mas o processo exige cuidados

   Por Ana Maria Madeira

O congelamento pode preservar mais vitaminas, mas o processo exige cuidados Tente imaginar a vida sem geladeira. Retrato do caos, certo? Não poder armazenar alimentos e refeições prontas atrasaria muito o cotidiano já tão atribulado. E mais: geladeira é tão essencial quanto amiga da sua saúde, de acordo com um estudo do Instituto de Pesquisa em Alimentação do Reino Unido (IFR Extra), que descobriu que congelar alguns alimentos ajuda a preservar seus nutrientes.
Os pesquisadores analisaram o valor nutricional de vegetais como couve-flor, ervilha e cenoura 16 dias após a colheita, tempo médio que eles levam para chegar até sua mesa e constataram que à temperatura ambiente as perdas de nutrientes chegam de 10 a 25%. As maiores perdas se deram nas vitaminas.
O feijão verde é outro alimento que se beneficia do congelamento. Um trabalho conduzido pela nutricionista Barbara Klein, da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos, prova que ele retém o dobro de vitamina C quando refrigerado.

Existem alguns alimentos que não podem ser congelados, porque perdem todas suas características de sabor e textura, como maionese, saladas, gelatinas, cural e pudins, batatas e ovos cozidos. "O tempo de conservação de cada alimento varia, as três meses é a recomendação geral", de acordo com o instrutor de gastronomia do SENAC Paraná, Marcos Pimentel.
Para os pratos prontos, é importante congelar aos poucos, ou na geladeira ou em uma vasilha em outro recipiente com água gelada e pedras de gelo. "Divida o prato ainda quente em vasilhas com tampa e na quantidade exata que será descongelada. Diferentes pratos devem ser congelados separadamente", diz a nutricionista Tânia Rodrigues.
Os alimentos que serão congelados prontos devem ser apenas levemente temperados e cozidos pelo tempo mínimo necessário, pois o congelamento tende a acentuar os temperos e amaciar os alimentos.
As embalagens devem ser sempre à prova d'água e com o mínimo de ar possível, de preferência a vácuo. Uma vez descongelado, o alimento não pode voltar ao freezer, exceto no caso de um produto cru que venha a ser transformado em receita.

A embalagem ideal é aquela que não permite que o alimento entre em contato com o ar do freezer, não se rasga facilmente, resiste à gordura, adere ao alimento antes do congelamento e solta-se com facilidade do produto congelado. Esse processo é importante porque preservará as características, textura e nutrientes dos alimentos , explica Tânia. Para descongelar, basta usar o microondas em potência mínima ou deixar o alimento na geladeira por cinco horas e, em seguida, aquecer em forno convencional.
Para os vegetais, é importante fazer o branqueamento, que é um cozimento rápido, em torno de quatro minutos. "Esse processo evita maiores perdas de vitamina. Mas é importante lembrar que as verduras não devem ser congeladas. As ervas podem ser congeladas, mas depois de saírem do freezer, devem ir direto para o cozimento", de acordo com Marcos Pimentel. O tempo de conservação de temperos como alho, cebola e salsinha é de 6 meses. Todos os vegetais a serem congelados devem estar limpos. O congelamento deve ser providenciado logo após a compra dos produtos, o que evita perdas de nutrientes, completa Marcos.
Para congelar frutas, com exceção da banana e da pera d'água, que não podem ser congeladas, todas as frutas podem ser colocadas no freezer inteiras ou cortadas, devendo-se descascar e retirar os caroços imediatamente antes do congelamento.
Carnes de todos os tipos podem ser congeladas. É ideal que ela esteja fresca. A carne que já tenha sido congelada crua, só pode ser recongelada sob forma de prato pronto. Não se deve lavar, nem temperar a carne a ser congelada, apenas tire os ossos e seu excesso de gordura. A embalagem ideal é o saco plástico ou de papel aderente, pois as folhas de alumínio são difíceis de soltar da carne e podem ressecá-la. A carne deve ser embalada sem ser dobrada, e em porções individuais.

Para descongelar, cada tipo de alimento tem suas especificidades. Tortas, bolos, doces e frutas, devem ser mantidos fora da geladeira, à temperatura ambiente e devem descongelar ainda embalados.
Carnes cruas e queijos devem ser sempre mantidos em refrigerador até o descongelamento, para depois serem utilizados.
Os alimentos prontos são os únicos que podem ser aquecidos instantaneamente. "Para descongelar os alimentos prontos, não é necessário passá-los antes pela geladeira, como no caso de legumes e carnes, mas o microondas ou fogão pode acentuar a perda de vitaminas", diz Marcos.

Pesquisa tirada do Site Minha Vida.

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Resolva sete dramas de cabelo no verão

Fios verdes, ressecados e até quebradiços têm solução

Por Carolina Serpejante

Se existe um arrependimento pós-férias, seu cabelo sabe qual é: deixar os cuidados com os fios de lado e só se lembrar deles na volta para casa traz uma série de problemas. Tonalidade esverdeada, ressecamento, caspa e até queda de cabelo são alguns dos efeitos provocados pela desatenção com a beleza. O sal e a areia da praia, além do cloro na piscina e as lavagens mais frequentes acabam com os fios. Se você está em busca de uma receita para reverter os estragos dos dias longe de casa, aproveite as dicas dos cabeleireiros e dos dermatologistas e divirta-se sem crise no restante da estação.

Cabelo esverdeado


A aparência esverdeada dos fios é típica de quem passa o verão na piscina. O risco aumenta ainda mais quando o cabelo está ressecado - mais poroso, ele absorve os produtos químicos presentes na água. Para dar um jeito na situação, a cabeleireira Maria Aldenir, do Nuance Beauty Salon, recomenda xampus e condicionadores com pigmento violeta, que neutralizam o esverdeado e protegem os fios da oxidação. "É importante também fazer hidratações a cada dez dias, para amenizar o efeito", afirma. E abandone a ideia de tingir os cabelos para esconder o esverdeado. "A tintura não retira os produtos químicos que estragaram o cabelo, só vai ressecar ainda mais. A hidratação continua sendo a melhor solução".

Uma dica do colorista Juha Antero, do salão MG Hair, de São Paulo, é molhar o cabelo no chuveiro um pouco antes de entrar na piscina, sem aplicar nenhum tipo de produto. "Dessa forma, o cabelo já estará saturado de água quando você entrar na piscina, diminuindo a absorção de água e cloro e tornando os efeitos menos nocivos".  

Couro cabeludo queimado


Assim como a pele, o couro cabeludo sofre com a exposição solar e ficar avermelhado, dolorido e pode até descascar. Apesar de ser mais comum em pessoas calvas, o incidente também acontece com quem tem pouco cabelo ou fios muito finos. A dermatologista Cristiane Dal Magro, da Clínica Renova, reforça a necessidade de chapéus ou bonés, além de produtos capilares com filtro solar. "Caso a pele já esteja danificada e descascando, podem ser utilizados produtos à base de calamina, substância calmante e refrescante", diz. Em casos mais graves, com formação de vermelhidão muito intensa ou bolhas, o melhor a fazer é procurar um dermatologista.

Resíduos de areia, sal e cloro


Você com certeza já sentiu dificuldades de pentear o cabelo após passar muito tempo no mar ou na piscina. Isso acontece porque os fios absorvem os resíduos típicos do verão - como o cloro da piscina, a areia da praia e o sal do mar.

Antes de qualquer coisa, é necessário lavar o cabelo com água doce assim que sair da água, tirando o máximo de resíduos e deixando a lavagem durante o banho mais fácil - você pode levar uma garrafinha com água doce de casa para isso ou usar os chuveiros comunitários.

De acordo com a cabeleireira Maria Aldenir, o xampu antirresíduo é indicado para uso semanal nesses casos. "Você também pode usar um xampu específico pós-sol, que elimina os resíduos de cloro e cloreto de sódio, equilibra o pH natural do cabelo e protege a cor e luminosidade dos fios", diz a cabeleireira. Ela aprova o uso diário do produto.

Cabelos ressecados


Apesar de a água do mar também deixar os fios ressecados, a piscina é a maior causadora desse efeito, por conta da química usada no tratamento da água. O contato constante com o cloro e outros compostos da piscina enfraquece o cabelo, deixando-os ressecados e até quebradiços.

A dermatologista Carolina Ferolla, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, conta que o ideal para proteger os cabelos é fazer uma hidratação com produtos à base de silicone antes da temporada na piscina, formando uma película que protege o cabelo contra os danos do cloro.

"O uso de leave-in, com fator UV e ativos hidratantes, previne o ressecamento dos cabelos durante o verão", diz a cabeleireira Maria Aldenir. No entanto, se eles já estão ressecados, faça um programa de hidratações semanais no salão ou em casa e aplique creme sem enxágue após o banho.

Caspa


A transpiração aumenta no verão e com ela podem aparecer a seborreia e a caspa. Os cabelos úmidos por mais tempo e os resíduos de produtos deixados nos fios também contribuem - e muito! - para esse quadro. Segundo Maria Aldenir, a boa higienização previne e ajuda no tratamento. "Esfoliação do couro cabeludo e massagem com ampolas de vitaminas, que renovam e fortalecem a região, eliminam a caspa, a vermelhidão e a coceira", afirma a cabeleireira.

Ela diz ainda que esses tratamentos devolvem as defesas naturais dos fios e fortalecem o bulbo capilar, evitando a queda. Só evite fazer em casa, sob o risco de danificar ainda mais o cabelo - converse com seu cabeleireiro e visite um dermatologista caso o problema persista.

Fios quebradiços


O cabelo perde a estrutura quando é molhado, tornando os fios mais maleáveis. "Por isso que prender os fios molhados acaba marcando a região onde passa o elástico ou a presilha. Se isso acontece várias vezes no mesmo local, o cabelo tende a se partir", afirma a cabeleireira. Outro efeito negativo de prender os cabelos úmidos é a falta de brilho- quando secam presos, eles ficam com uma aparência opaca, sem vida. Também evite prender o cabelo logo após a escova - ele está super-estendido e pode se quebrar com mais facilidade.

Frizz


O vento, o calor e a umidade são situações comuns do verão e maiores causadores do frizz, principalmente em cabelos cacheados ou crespos. Maria Aldenir conta que a receita para evitar esse drama é simples: mantenha a hidratação dos fios e não abra mão do leave-in, que protege o cabelo contra os danos causados pelo sol e pela umidade.

Pesquisa tirada do Site Minha Vida.

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Oito sinais indicam que você está fazendo uma dieta maluca

Problemas ocasionados pelos maus hábitos vão desde desmaios até diabetes e depressão

Por Bruna Stuppiello

Dietas malucas sem a orientação médica podem causar uma série de complicações para a saúde. Deixar de consumir grupos alimentares importantes, como as dietas que restringem os carboidratos, ficar longos períodos em jejum, ingerir basicamente líquidos, como sopas, shakes e vitaminas, são alguns exemplos de dietas prejudiciais.

Afinal, para conseguir uma perda de peso saudável e duradoura é importante investir em bons hábitos alimentares e exercícios. "Para a obtenção de um peso adequado não existe fórmula mágica, o ideal é uma dieta balanceada em nutrientes e adequada ao sexo, idade e estilo de vida. A atividade física também é essencial", afirma a nutricionista Rita de Cássia Leite Novais, especializada em nutrição clínica.

Conversamos com especialistas e listamos oito sinais de que a dieta que a pessoa está fazendo é maluca e pode favorecer problemas que vão desde desmaios até diabetes e depressão.

Deixar de consumir um grupo de nutrientes

Dietas que excluem determinados grupos alimentares, como os carboidratos, proteínas ou lipídeos, são prejudiciais à saúde. "A alimentação deficiente pode resultar em problemas físicos e mentais. Dietas restritas ou milagrosas devem ser avaliadas por profissionais da saúde e exigem cuidados", alerta a nutricionista Beatriz Botéquio. Por isso é importante fazer uma dieta que mantenha o equilíbrio dos grupos alimentares e nutrientes.

O carboidrato é a principal fonte de energia para o organismo. "A dieta do Dr. Atkins ou da 'proteína', que consistem no consumo liberado de gorduras e proteínas e restrição de carboidratos, por exemplo, é deficiente em fibras, vitaminas e minerais e pode causar complicações como alterações cognitivas e aumento dos níveis do colesterol LDL", conta Botéquio.

A falta dos carboidratos ainda pode proporcionar fadiga, cansaço e tonturas, e devido ao alto consumo de proteínas ocorre o aumento da concentração de homocisteína, composto químico que eleva o risco de problemas cardiovasculares. "Pode ocorrer ainda a queda de serotonina, levando a irritabilidade, ansiedade, dispersão e insônia. Com a falta dos carboidratos, o corpo tende a converter gordura em energia, acarretando a liberação de corpos cetônicos, que em altos níveis podem ser prejudiciais", afirma a nutricionista Rita de Cássia Leite Novais, especializada em nutrição clínica. O excesso de proteínas ainda pode causar uma sobrecarga nos rins.

A falta de lipídeos também é prejudicial, pois além de serem fontes de energia eles possuem vitaminas A, relacionada ao sistema imunológico, vitamina D, que influencia consideravelmente no sistema imunológico e na diferenciação celular, vitamina E, que possui ação antioxidante, e vitamina K, que é fundamental para manter os ossos saudáveis e também atua no processo de coagulação sanguínea. "Os lipídeos ainda agem como hormônios esteroides e são componentes de membranas celulares. Um dos problemas do baixo consumo de gorduras é a queda nos níveis de testosterona", conta a nutricionista Katherinne Gutierrez, do Grupo Nutricionistas Associadas.

É importante ressaltar que os lipídeos aos quais nos referimos são as gorduras monoinsaturadas, como o abacate e o azeite de oliva, e poli-insaturadas, como os peixes gordurosos e a semente de linhaça.

A falta de proteínas na dieta também afeta a saúde, isto porque o nutriente é formado por aminoácidos que ajudam na construção e manutenção de órgãos e tecidos e ajudam na formação de enzimas e hormônios e na imunidade. "Alguns dos problemas causados pela deficiência de proteínas é o comprometimento do sistema imunológico e perda de massa muscular", conta Gutierrez.

Longo período em jejum

Dietas que envolvem passar longos períodos em jejum são prejudiciais para o organismo. A orientação é comer de 3 em 3 horas, sendo que o período sem se alimentar não deve ultrapassar o máximo de 4 horas. "A partir disso o corpo começa a utilizar seus estoques de energia para sobreviver, o que prejudica seu funcionamento integral", explica Botéquio.

Os problemas que decorrem dos longos períodos em jejum são variados. "Algumas das complicações são perda de massa magra, músculos, aumento da produção de cortisol, confusão mental, mau hálito, sonolência, desmaios, anemia e a longo prazo o indivíduo pode chegar a desenvolver diabetes tipo 2", alerta Gutierrez.

Além de todos esses problemas, o jejum ainda pode causar o ganho de peso. Isto porque o longo tempo sem comer faz com que o corpo produza mais cortisol, hormônio que aumenta a deposição de gordura, especialmente na região abdominal.

Dietas líquidas

Dietas líquidas, como os shakes, sopas e sucos, são pobres em nutrientes levando o indivíduo a ter problemas de saúde. As fibras são uma das substâncias que ficam mais carentes neste cardápio, a falta dela desfavorece a formação do bolo fecal e desequilibra a flora intestinal. Este nutriente ainda é importante porque oferece a sensação de saciedade. "Os alimentos líquidos ainda não favorecem o processo de mastigação, que é importante para proporcionar a saciedade", explica Botéquio. A mastigação informa ao cérebro que a pessoa está comendo, fazendo com que ele libere hormônios e substâncias que controlam a sensação de saciedade.

As nutricionistas afirmam que as pessoas não ficam muito tempo fazendo dietas líquidas, por ser muito monótona. "Em algum momento, a pessoa sentirá falta de mastigar e consumir outros alimentos", explica a nutricionista Roseli Rossi. Além disso, quando abandona uma dieta como essa, o risco da pessoa sofrer o efeito rebote e querer comer de tudo e em muita quantidade é grande - e isso reflete diretamente na balança. O baixo teor de calorias e nutrientes da sopa deixa o corpo fraco e sem energias. Isso vai gerar falta de energia, cansaço, dores de cabeça e degradação de massa muscular.

Perder peso muito rápido

A perda de peso muito rápida merece atenção especial. "Pode indicar que existe uma restrição calórica muito grande o que significa uma redução no consumo de alimentos que consequentemente leva a um menor equilíbrio no consumo de nutrientes e micronutrientes para a saúde", explica Botéquio.

Os especialistas afirmam que a perda de peso saudável varia de 0,5 kg a 1,5 kg por semana. Sendo que isto pode variar de acordo com o peso inicial, a idade, entre outras questões. "O corpo precisa de um tempo para se adaptar às mudanças de peso. Quando isso não acontece, o emagrecimento pode vir acompanhado de complicações físicas e psicológicas", conta Novais.

A nutricionista Rita de Cássia Leite Novais lista os principais problemas que podem ocorrer em decorrência da perda de peso muito rápida:
-Alteração da libido: diminuição na produção de hormônios sexuais o que altera o interesse sexual.
-Anemia: dietas não equilibradas geram carência de vitamina B e ferro, o resultado pode ser um comprometimento cerebral, que leva até a dificuldade de andar.
-Baixa imunidade: aumentam as chances de gripe, infecções, viroses, verminoses e reações alérgicas.
-Flacidez: a pele não acompanha a redução de peso rápida e fica flácida. Além disso, a falta de nutrientes deixa as fibras de colágeno e a elastina desnutridas, impedindo a firmeza da pele.
-Queda de cabelos e unhas fracas: o que desencadeia esses problemas é uma dieta pobre em vitaminas, zinco e proteínas.

Poucas calorias

Dietas com grande restrição calórica não são eficazes para a perda de peso com saúde. "Uma das razões dela não ser interessante é que o indivíduo não se reeducou e ao parar com a dieta ele volta a ganhar o peso novamente, causando o efeito 'sanfona'", explica Novais. Além disso, quanto mais restritivo for o consumo de calorias, mais o organismo irá se proteger, ou seja, a queima calórica será mais lenta.

Efeito sanfona

Você consegue emagrecer com as dietas, mas depois recupera o peso antigo? Isto pode ser um sinal de que o seu método para emagrecer não é saudável. Este emagrece-engorda conhecido como o efeito sanfona ocorre quando há uma variação de 0,5 kg a 1 kg por semana. Também é parte desse fenômeno a pessoa que passou por oscilações de peso iguais ou maiores do que 4 kg em determinado período.

O efeito sanfona pode causar diversos problemas para a saúde. Há o risco da piora do quadro de diabetes ou o aumento do risco de desenvolver a doença para quem não a tem. Também pode ocorrer o aumento da gordura do fígado e dos níveis do colesterol ruim, LDL, e do triglicérides.

Fórmulas malucas

O uso de fórmulas diferentes ou inibidores de apetite na dieta devem ser feitos com cuidado. Antes de ingerir qualquer um desses recursos é importante ter uma avaliação médica que observe os sintomas clínicos do paciente e, se preciso, solicite exames. "O uso de inibidores de apetite causa diversos efeitos colaterais sérios no organismo, sendo recomendado apenas em casos especiais", alerta Novais. Alguns dos problemas que podem ocorrer em decorrência dos inibidores são insônia, sono superficial, irritabilidade, tremores, depressão e aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca.

Relação com o corpo

Você já alcançou o peso que desejava, mas ainda se enxerga acima do peso? Este problema com a autoimagem pode ocorrer justamente devido à mudança na alimentação sem a orientação correta, especialmente nos casos de dietas que envolvem a restrição de algum nutriente, como os carboidratos.

Os carboidratos facilitam a absorção do triptofano, aminoácido precursor da serotonina, que é o hormônio responsável por baixar os níveis de estresse no corpo e proporcionar a sensação de bem-estar. "A ausência do carboidrato leva a uma sensação de falta de energia e disposição relevante que causam sintomas depressivos. Durante a depressão a pessoa tem percepções distorcidas e interpretações pessimistas, inclusive de si mesmo", explica o nutrólogo e psiquiatra Hewdy Lobo, da Vida Mental Serviços Médicos.

A retirada de proteínas também pode levar a problemas, pois a ação dos neurotransmissores depende de proteínas para serem formados e agirem. Assim, a retirada radical pode causar complicações como a alteração da tolerância, capacidade de se relacionar com pessoas e resolver problemas do dia a dia.

Pesquisa tirada do Site Minha Vida.

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